Árvore morta.





Amanhecia
e eu já estava ali,
diante dela.


E agora,
cadê você?
Oh árvore,
sinto muito pela sua partida.


Eu sempre soube do vazio que carregava
nas suas raízes, os galhos cansados,
o tronco torto e que apesar de tudo,
continuava florindo.


O quintal era o seu lar,
e aqui poucos a olhava.
Mas ninguém viu ela,
como eu a vi chorar.





Criadora: Poliana

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